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<title>SEU PORTAL DE NOTÍCIAS EM SERGIPE</title>
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<description>Seu Portal Site de Notícias, Entretenimento, Guia Comercial, marketing Digital</description>
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<title>Trump anuncia trégua de dez dias entre Israel e Líbano</title>
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<description>Presidente dos EUA intermediou acordo que entra em vigor nesta quinta-feira.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou nesta quinta-feira (16) que foi estabelecido um acordo de cessar-fogo entre o Líbano e Israel, com duração de dez dias, a partir da noite de hoje.</p><p>Essa trégua era uma condição imposta pelo Irã para a continuidade das negociações com os Estados Unidos.</p><p>Um representante do Hezbollah, Ibrahim al-Musawi, declarou à agência francesa AFP que o grupo cumprirá o acordo caso os ataques israelenses cessem. O governo de Tel Aviv, até o momento, não comentou a notícia.</p><p>“Acabei de ter excelentes conversas com o altamente respeitado presidente Joseph Aoun, do Líbano, e com o primeiro-ministro Bibi [Benjamin] Netanyahu, de Israel. Esses dois líderes concordaram que, para alcançar a paz entre seus países, iniciarão formalmente um cessar-fogo de 10 dias às 17h [horário de Brasília]”, comunicou Trump em uma rede social.</p><p>O chefe da Casa Branca acrescentou que “ambos os lados querem ver a paz, e acredito que isso acontecerá, em breve!”.</p><p>Apesar do anúncio envolver o governo libanês, este não detém controle sobre o Hezbollah, organização que funciona como partido-milícia e integra o Eixo da Resistência, composto por grupos que se opõem às políticas americanas e israelenses no Oriente Médio, incluindo o Irã.</p><p>Em nota oficial, o presidente do Líbano, Joseph Aoun, agradeceu a Trump pelos esforços em prol de um cessar-fogo no Líbano e pela busca de paz permanente, expressando o desejo de que tais iniciativas continuem para um acordo o mais rápido possível.</p><p>Nas redes sociais, o primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, saudou o pronunciamento de Trump.</p><p>“Acolho com satisfação o anúncio do cessar-fogo proclamado pelo presidente Trump, que constitui uma reivindicação libanesa central pela qual nos empenhamos desde o primeiro dia da guerra e que foi o nosso objetivo primordial no encontro de Washington na terça-feira”, afirmou.</p><p>Representantes de Tel Aviv e do Líbano se reuniram em Washington nesta semana, marcando o primeiro encontro desde 1983, ano da primeira invasão israelense ao Líbano.</p><p>O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu não se pronunciou sobre o suposto acordo.</p><p>Segundo o jornal israelense The Times of Israel, ministros do governo receberam a notícia com surpresa. Netanyahu teria confirmado ter concordado com o cessar-fogo a pedido de Trump. A oposição a Netanyahu criticou a trégua “imposta” a Israel.</p><p>Outro portal de notícias israelense, o Ynet, relatou que um oficial militar do país afirmou que as tropas permaneceriam em território libanês, apesar do cessar-fogo.</p><h2>Entenda o contexto</h2><p>A atual escalada do conflito entre Israel e Líbano iniciou-se em outubro de 2023, quando o Hezbollah começou a realizar ataques contra o norte de Israel em solidariedade ao povo palestino, em resposta aos massacres na Faixa de Gaza.</p><p>Em novembro de 2024, um acordo de cessar-fogo foi mediado entre o grupo político-militar xiita e Tel Aviv. Contudo, Israel continuou com os ataques no Líbano, desrespeitando o acordo.</p><p>Com o início da agressão contra o Irã, em 28 de fevereiro, o Hezbollah retomou os ataques a Israel, como retaliação às violações contínuas do cessar-fogo e ao assassinato do líder Supremo do Irã, Ali Khamenei.</p><p>Em 8 de abril, foi anunciado um cessar-fogo para a guerra no Irã, mas Israel manteve os ataques no Líbano, violando novamente um acordo, desta vez intermediado pelo Paquistão.</p><p>O Irã vinha exigindo a adesão do Líbano ao cessar-fogo para prosseguir com as negociações com os EUA, cuja segunda rodada estava prevista para os dias seguintes.</p><h2>Histórico do conflito</h2><p>O embate entre Israel e o Hezbollah tem suas origens na década de 1980, quando a milícia xiita foi formada como resposta à invasão e ocupação do Líbano por Israel, visando perseguir grupos palestinos refugiados no país vizinho.</p><p>Em 2000, o Hezbollah conseguiu forçar a retirada das tropas israelenses. Ao longo dos anos, o grupo consolidou-se como partido político, obtendo representação parlamentar e participação em governos.</p><p>O Líbano sofreu novos ataques por parte de Israel nos anos de 2006, 2009 e 2011.]]></content:encoded>
<category>Internacional</category>
<dc:creator>Edivan Sant'Anna</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 16:44:00 -0300</pubDate>
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<title>STF é instado a assegurar auxílio a atingidos pelo desastre de Brumadinho</title>
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<description>Em audiência na Câmara, participantes denunciam lentidão na reparação e que grande parte das vítimas segue sem indenização</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Representantes em uma audiência pública na Câmara dos Deputados solicitaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) que ratifique o direito das pessoas afetadas pelo colapso da barragem da Vale, ocorrido em Brumadinho (MG) em 2019, de continuar recebendo o auxílio emergencial.</p><p>Conforme Guilherme Camponêz, coordenador do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), o Tribunal de Justiça de Minas Gerais já havia reconhecido a manutenção do benefício, mas a mineradora interpôs recurso contra essa determinação.</p><p>Camponêz ressalta que a Vale tem um histórico de recorrer repetidamente de sentenças favoráveis às vítimas, uma prática que, em sua visão, pode postergar ou obstruir o acesso a direitos já consolidados.</p><p>“A mineradora já interpôs oito modalidades distintas de recursos contra essa decisão. Se o poder público permitir tal conduta, isso pode beneficiar aqueles com maiores recursos para acionar instâncias judiciais superiores. A comunidade impactada aguarda a reparação há mais de sete anos”, declarou.</p><p>Segundo os presentes na audiência, um contingente de 165 mil indivíduos ainda depende do auxílio financeiro para sua subsistência.</p><p>Uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mencionada por Camponêz, aponta que mais da metade dos afetados sofreu uma diminuição em sua renda após o desastre. Adicionalmente, mais de 20% contraíram dívidas.</p><h3>Obrigações da empresa</h3><p>O direito ao auxílio emergencial foi formalmente estabelecido por uma legislação aprovada em 2023, que delineia as ações de reparação e as obrigações da companhia.</p><p>Entre as incumbências da Vale, destacam-se:</p><p>Recuperar os danos ambientais;</p><p>Indenizar a população atingida.</p><h3>Críticas</h3><p>Segundo o deputado Rogério Correia (PT-MG), que preside a comissão externa responsável pelo acompanhamento do caso, a Vale registrou um lucro líquido superior a R$ 300 bilhões a partir de 2020.</p><p>O parlamentar destacou que o custo anual do auxílio emergencial não excede R$ 1,5 bilhão. “É incompreensível que, mesmo após a catástrofe, a empresa ainda solicite a interrupção desse suporte vital. Inúmeras famílias dependem desse montante para sua sobrevivência”, afirmou.</p><h3>Reparação ainda incompleta</h3><p>A legislação de 2023 determina que as responsabilidades da empresa só serão consideradas cumpridas após a completa reparação dos prejuízos. No entanto, os participantes da audiência indicaram que esse processo está em fase inicial.</p><p>Camponêz informou que aproximadamente 17 mil pessoas foram indenizadas, o que significa que cerca de 90% das vítimas ainda aguardam o pagamento. Ele acrescentou que 80% dos projetos de serviços públicos planejados apresentam atrasos.</p><h3>Recuperação ambiental</h3><p>O deputado Pedro Aihara (PP-MG) salientou o grave impacto sofrido pelo rio Paraopeba devido à tragédia. Ele explicou que a legislação impõe à Vale a recuperação de 54 quilômetros do curso d'água, contudo, até o momento, somente 3 quilômetros foram parcialmente dragados.</p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Edivan Sant'Anna</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 16:44:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Câmara aprova substituição do símbolo internacional de acessibilidade</title>
<link>https://www.sergipenewsoficial.com/noticia/camara-aprova-substituicao-do-simbolo-internacional-de-acessibilidade</link>
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<description>Novo ícone é considerado neutro e inclusivo para todas as deficiências</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados deu aval, nesta quinta-feira (16), a um projeto de lei que institui o símbolo internacional de acesso, criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015. Este novo emblema substituirá a imagem do cadeirante, atualmente presente na maioria dos estabelecimentos e áreas de estacionamento. As sinalizações existentes deverão ser atualizadas com a nova representação.</p><p>O texto agora segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, onde será submetido à redação final.</p><p>De autoria do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/561223-projeto-exige-atualizacao-de-icone-para-sinalizar-acessibilidade">Projeto de Lei 2199/22</a> foi aprovado com emendas do Senado. Uma das alterações mais significativas é a substituição da expressão “Símbolo Internacional de Acesso” por “Símbolo Internacional de Acessibilidade”.</p><h3>Símbolo neutro e abrangente</h3><p>O novo ícone é percebido como um símbolo neutro e mais abrangente, capaz de representar diversos tipos de deficiência e necessidades de acessibilidade. Essa abordagem contrasta com o símbolo internacional de acesso tradicional, que se associava predominantemente a pessoas com mobilidade reduzida, retratando um cadeirante em fundo azul ou preto.</p><p>O projeto também revoga um trecho da <a href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1980-1987/lei-7405-12-novembro-1985-367964-norma-pl.html">Lei 7.405/85</a>, que impedia qualquer alteração ou acréscimo ao desenho original do símbolo.</p><h3>Regulamentação e prazos</h3><p>Outra emenda aprovada confere ao governo federal a responsabilidade de regulamentar a substituição das placas de sinalização, em vez de atribuir essa tarefa diretamente ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran).</p><p>Com essa modificação, o prazo de até três anos para a execução dessas ações, anteriormente previsto, foi eliminado.</p><p>O Poder Executivo também terá a incumbência de definir como será feita a atualização de materiais de referência e de ensino relacionados à sinalização de estacionamentos regulamentados. Além disso, deverá promover campanhas de conscientização para divulgar à população a existência e o significado do Símbolo Internacional de Acessibilidade.</p><h3>Novos locais de obrigatoriedade</h3><p>Além dos 28 tipos de locais já estabelecidos na legislação onde o símbolo é de uso obrigatório, o texto inclui outros três:</p><ul><li>Piso da faixa de circulação com superfície regular, firme, estável, sem trepidações e antiderrapante, e inclinação transversal não superior a 3% em áreas externas;</li><li>Percursos com pisos táteis direcionais e de alerta, perfeitamente encaixados, integrados e sem desníveis em seu contorno;</li><li>Mapa ou maquete tátil, com informações sobre os principais pontos de distribuição do prédio ou os locais mais utilizados, como banheiros, elevadores, escadas, saídas de emergência e, eventualmente, locais específicos, como protocolo, biblioteca e restaurante, entre outros que sejam relevantes.</li></ul>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Edivan Sant'Anna</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 15:44:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Programa de saúde federal alcança mais de 24 mil indígenas</title>
<link>https://www.sergipenewsoficial.com/noticia/programa-de-saude-federal-alcanca-mais-de-24-mil-indigenas</link>
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<description>As iniciativas demonstram progresso notável nas regiões Norte e Nordeste, graças à atuação dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas, que disponibilizaram pré-natal e teleconsultas.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A iniciativa do Ministério da Saúde, conhecida como Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema de Saúde (Proadi-SUS), já prestou assistência a mais de 24 mil indivíduos indígenas em áreas remotas do Brasil.</p>

<p>Por meio dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas, foram disponibilizados serviços essenciais como acompanhamento pré-natal, formação profissional em saneamento básico e a realização de teleconsultas.</p>

<p>As ações do Proadi-SUS são viabilizadas pela colaboração com instituições hospitalares privadas, que fornecem plataformas digitais. Essas ferramentas conectam profissionais de saúde das Unidades Básicas a centros de atendimento menores, localizados em comunidades indígenas distantes.
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<h2>Avanços</h2>

<p>A performance do Proadi-SUS tem demonstrado progressos consideráveis em estados das regiões Norte e Nordeste do país. Em Alagoas e Maranhão, por exemplo, 22 comunidades indígenas já foram beneficiadas, resultando em 256 teleconsultas e o atendimento de 178 pacientes.</p>

<p>Essa assistência foi possível graças à parceria do programa com a Beneficência Portuguesa, sediada em São Paulo.</p>

<p>Nos estados da Paraíba e do Piauí, a rede Hcor realizou 822 teleconsultas, atingindo uma taxa média de resolução superior a 90% dos casos e, assim, prevenindo 747 encaminhamentos para outros níveis de cuidado.</p>

<p>Na Região Norte, o projeto TeleAMEs, gerenciado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, estabeleceu três centros de telessaúde em unidades indígenas de Rondônia. Esses pontos já prestaram atendimento a 315 indígenas pertencentes às etnias Karitiana, Suruí e Cinta Larga.</p>

<p>Aprimoramentos na assistência médica são igualmente visíveis em indicadores relacionados à saúde materno-infantil. Na área Xavante, localizada em Mato Grosso, o projeto Melhoria para Saúde Materna e Infantil e Prevenção ao Câncer do Colo do Útero na Saúde Indígena (MICC), igualmente conduzido pelo Einstein, elevou a cobertura de rastreamento de câncer para 76%, e o acompanhamento de gestantes superou 96%.</p>]]></content:encoded>
<category>Saúde e Bem Estar</category>
<dc:creator>Edivan Sant'Anna</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 15:44:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão da Câmara concede título de Patrimônio Público da Saúde ao Inca</title>
<link>https://www.sergipenewsoficial.com/noticia/comissao-da-camara-concede-titulo-de-patrimonio-publico-da-saude-ao-inca</link>
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<description>Além disso, outras cinco proposições, envolvendo homenagens e datas, foram aprovadas</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados deu seu aval ao Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 345/23. A proposta, de autoria da deputada Silvia Cristina (PP-RO), confere ao Instituto Nacional de Câncer (Inca) o prestigioso título de Patrimônio Público da Saúde.</p><p>Tal iniciativa visa reconhecer a notável excelência técnica e a relevância histórica do Inca, uma instituição que se destaca como referência global no combate e tratamento do câncer em território nacional.</p><p>Após a aprovação na comissão, o texto será encaminhado para deliberação no Plenário da Câmara.</p><h2>Outras proposições aprovadas</h2><p>Na mesma sessão, a comissão também referendou outras cinco propostas, abrangendo desde a concessão de títulos honoríficos e a designação de nomes para rodovias até a instituição de campanhas na área da saúde. Esses projetos de lei foram aprovados em caráter conclusivo pela CCJ, o que significa que seguirão diretamente para o Senado Federal, a menos que haja um recurso formal para que sejam reavaliados pelo Plenário da Câmara.</p><p>Dentre as proposições que obtiveram sinal verde, merecem destaque:</p><p>O <strong>PL 3675/24</strong>, do deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), que concede a <strong>Porto Alegre (RS)</strong> o título de Capital Nacional da Cerveja Artesanal;</p><p>O <strong>PL 2071/22</strong>, de autoria do deputado Giovani Feltes (MDB-RS), que batiza como "<strong>Rodovia Raul Anselmo Randon</strong>" o trecho da BR-116 entre Caxias do Sul (RS) e a divisa com Santa Catarina;</p><p>O <strong>PL 4143/25</strong>, proposto pelo deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), que visa incluir o nome do renomado geógrafo <strong>Milton Santos</strong> no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria;</p><p>O <strong>PL 2981/23</strong>, de iniciativa de <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_autores?idProposicao=2368289">diversos parlamentares</a>, que prevê a inserção dos <strong>Camisas Negras</strong> no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria;</p><p>E o <strong>PL 1108/24</strong>, do deputado Guilherme Boulos (Psol-SP), que estabelece a <strong>Semana Nacional de Enfrentamento às Parasitoses Intestinais</strong>, a ser celebrada anualmente no período que engloba o dia 25 de junho.</p><p> </p><p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Entenda o processo de tramitação de projetos de lei</a></p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Edivan Sant'Anna</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:44:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Anvisa institui grupos de trabalho para assegurar uso de medicamentos de emagrecimento</title>
<link>https://www.sergipenewsoficial.com/noticia/anvisa-institui-grupos-de-trabalho-para-assegurar-uso-de-medicamentos-de-emagrecimento</link>
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<description>A iniciativa busca fortalecer a atuação regulatória da agência e proteger a saúde dos usuários.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou na última quinta-feira (16) a criação de duas equipes de trabalho (GTs). O objetivo é fortalecer a capacidade da agência em fiscalizar e assegurar a proteção dos pacientes que fazem uso de fármacos agonistas do receptor GLP-1, comumente chamados de canetas emagrecedoras.</p>

<p>A primeira dessas equipes, estabelecida pela Portaria 488/2026, será composta por membros do Conselho Federal de Farmácia (CFF), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Odontologia (CFO).</p>

<p>Com um prazo de 45 dias, este GT terá a incumbência de examinar evidências científicas, informações sobre o uso e dados de farmacovigilância relacionados aos fármacos. Adicionalmente, deverá ponderar sobre aspectos regulatórios, sanitários e a utilização racional, apontar eventuais lacunas na comunicação de riscos aos profissionais de saúde e sugerir táticas e recursos educativos.</p>

<p>Por sua vez, a Portaria 489/2026 cria o segundo grupo, cuja função será monitorar e analisar a execução de um plano de ação elaborado pela Anvisa. Este grupo também fornecerá subsídios para as decisões da diretoria colegiada, apresentando sugestões de aperfeiçoamento.</p>

<p>Com uma duração de 90 dias e encontros quinzenais, este trabalho envolverá a participação de um membro titular e um suplente de cada diretoria da Anvisa. As responsabilidades deste GT incluem o acompanhamento e a análise de resultados e indicadores, a formulação de recomendações e propostas de melhorias, e a preparação de documentos técnicos.</p>

<p>Para mais informações, siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp.</p>

<h2>Carta de intenção</h2>

<p>Nesta semana, a Anvisa, em conjunto com o CFF, o CFM e o CFO, firmou uma carta de intenção. O objetivo é fomentar a utilização sensata e protegida dos medicamentos conhecidos como canetas emagrecedoras.</p>

<p>O propósito central dessa iniciativa é evitar perigos sanitários decorrentes de produtos e condutas ilícitas, além de salvaguardar a saúde pública. As instituições envolvidas planejam uma colaboração mútua, fundamentada na partilha de dados, na harmonização técnica e em atividades de conscientização.</p>]]></content:encoded>
<category>Saúde e Bem Estar</category>
<dc:creator>Edivan Sant'Anna</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:44:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Tribunal italiano emite novo parecer pela extradição de Carla Zambelli</title>
<link>https://www.sergipenewsoficial.com/noticia/tribunal-italiano-emite-novo-parecer-pela-extradicao-de-carla-zambelli</link>
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<description>A ex-parlamentar, que possui cidadania italiana, deixou o Brasil em junho do ano passado, cruzando a fronteira com a Argentina rumo à Itália, antes da ordem de prisão do STF.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Corte de Apelação de Roma, na Itália, emitiu nesta quinta-feira (16) uma nova decisão favorável à extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli. O pedido foi feito pelo governo brasileiro após a condenação da política pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p><p>O tribunal italiano já havia se posicionado a favor da extradição no processo em que Zambelli foi condenada pela invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2023.</p><p>Agora, a mesma corte acatou o pedido referente a uma segunda condenação, por porte ilegal de arma de fogo, que resultou em uma pena de 5 anos e 3 meses de reclusão.</p><p>Esta segunda condenação está ligada ao incidente em que Zambelli sacou uma arma em via pública em São Paulo, enquanto perseguia um indivíduo que a havia criticado. O evento ocorreu em outubro de 2022, pouco antes da segunda volta da eleição presidencial daquele ano.</p><p>Zambelli alega ser vítima de perseguição política e recorreu da primeira decisão que autorizou sua extradição. A segunda decisão também está sujeita a recurso.</p><p>>> Acompanhe o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p><h2>Fuga</h2><p>Possuindo passaporte italiano, a ex-parlamentar deixou o território nacional em junho do ano passado, utilizando a fronteira terrestre com a Argentina, e seguiu para a Itália antes que o Supremo determinasse sua prisão.</p><p>Após sua saída para a Itália, o governo brasileiro solicitou a extradição da ex-deputada. Em julho do ano passado, Zambelli foi detida em Roma, capital italiana, e desde então teve diversos pedidos para aguardar em liberdade a decisão sobre a extradição negados.</p><p>Atualmente, ela encontra-se detida no presídio de Rebibbia, em Roma.</p><p>Mesmo com a confirmação das decisões judiciais, a responsabilidade final sobre uma eventual extradição recai sobre o ministro da Justiça da Itália, Carlo Nordio.</p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Edivan Sant'Anna</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:44:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Prazo para guerra de Trump sem aval do Congresso expira em 1º de maio</title>
<link>https://www.sergipenewsoficial.com/noticia/prazo-para-guerra-de-trump-sem-aval-do-congresso-expira-em-1-de-maio</link>
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<description>Legislação dos EUA estabelece limite de 60 dias para conflitos sem autorização legislativa, com possibilidade de extensão.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A legislação americana estipula um período máximo de 60 dias para a continuidade de ações militares sem a aprovação formal do Congresso. O prazo para a ofensiva iniciada por Donald Trump contra o Irã se encerraria em 1º de maio, mas a lei permite uma prorrogação de até 30 dias adicionais.</p><p>A Resolução dos Poderes de Guerra dos EUA, de 1973, determina que “esse período de 60 dias será prorrogado por no máximo mais 30 dias, se o Presidente determinar e certificar ao Congresso por escrito que a necessidade militar inevitável em relação à segurança das Forças Armadas dos EUA exige o uso contínuo de tais forças armadas no curso da retirada imediata de tais forças”.</p><p>O professor de história e política da Universidade de Denver, Rafael R. Ioris, explicou que a Casa Branca historicamente encontra justificativas para ações militares sem o aval do Congresso. Contudo, ele avalia que a situação atual dependerá do desenrolar dos eventos no Oriente Médio nas próximas semanas.</p><p>“O Executivo poder tomar medidas militares unilaterais é uma recorrência no sistema político norte-americano há muito tempo, especialmente desde a Guerra Fria. Sempre há uma maneira de se justificar, de criar uma outra medida emergencial”, argumentou.</p><p>Democratas tentaram, sem sucesso, aprovar quatro resoluções no Congresso para suspender a guerra, que consideram ilegal por falta de aprovação legislativa e por não comprovar um “risco iminente” à segurança dos EUA. Essa possibilidade permitiria iniciar um conflito sem o consentimento dos congressistas.</p><p>O chefe do antiterrorismo do governo Trump, Joe Kent, chegou a se demitir por discordar da alegação de ameaça iminente do Irã contra Washington.</p><p>Na quarta-feira (15), após um recesso parlamentar, uma nova resolução para barrar a guerra no Irã foi apresentada, mas o texto foi derrotado no Senado por 52 votos a 47. Um democrata votou a favor da guerra e um republicano votou contra Trump.</p><p>“Esses covardes tiveram quatro chances de parar esse caos no Oriente Médio. E eles colocaram o ego de Trump acima da América”, criticou a senadora democrata Tammy Duckworth, autora da proposta.</p><p>Embora o partido de Trump continue a blindar o presidente no Congresso, alguns senadores republicanos expressaram descontentamento com a continuidade da guerra. O conflito tem elevado o preço dos combustíveis nos EUA e é rejeitado por aproximadamente 60% dos americanos, segundo pesquisas de opinião.</p><p>O senador republicano Mike Rounds, de Dakota do Sul, afirmou que, caso o presidente deseje prorrogar o conflito por mais 30 dias, os representantes da Casa Branca deveriam “vir até nós e nos dar uma descrição completa da situação, apresentando os argumentos e o plano”, conforme reportado pelo jornal <strong>New York Times</strong>.</p><p>A oposição também tem buscado afastar o presidente Trump do cargo por meio da 25ª emenda da Constituição dos EUA, que permite declarar o presidente “inapto” para exercer suas funções. A medida exigiria o apoio do vice-presidente DJ Vance e ganhou força após ameaças de Donald Trump de cometer um genocídio contra o povo iraniano.</p><p>O presidente dos EUA enfrenta protestos crescentes contra a guerra e sua política imigratória, com manifestações intituladas “Não ao Rei”. Estima-se que milhões de norte-americanos foram às ruas no final do mês passado, em um evento considerado a maior manifestação da história dos EUA.</p><p>O professor Rafael R. Ioris avalia que a guerra no Irã gera preocupação na população e em parte dos republicanos, devido ao custo econômico e à falta de compreensão dos motivos do conflito por parte de alguns americanos.</p><p>“[A guerra] é uma coisa que está preocupando os republicanos. Agora, tudo vai depender muito do que aconteça nas próximas semanas. Se Trump conseguir vender que fez um acordo, acho que as coisas voltam mais ou menos a uma normalidade”, avalia.</p><p>Por outro lado, o especialista pondera que a base de apoio a Trump é bastante engajada e, em sua maioria, continua a oferecer suporte político ao presidente.</p><p>“As sondagens de apoio demonstram isso. O desastre militar no Irã teria que ser muito maior do que foi até agora para desgastar mais o Trump. A questão da inflação teria que ser muito maior do que foi até agora”, completou Ioris.</p><p><strong>Impasse nas negociações</strong></p><p>Enquanto Trump enfrenta dificuldades internas nos EUA, as negociações continuam travadas durante o frágil cessar-fogo de duas semanas, que terminaria na noite da próxima terça-feira (21).</p><p>O Irã tem exigido um cessar-fogo também no Líbano, onde Israel tem realizado ataques massivos contra o sul do país e a capital Beirute, com o objetivo de ocupar parte do território vizinho. Em contrapartida, os EUA ameaçam navios que se dirigem a portos iranianos, buscando impor suas condições nas negociações com Teerã.</p><p>Nesta quarta-feira (15), o Conselho de Segurança da Federação Russa divulgou um comunicado afirmando que as negociações de paz podem ser utilizadas pelos EUA e Israel para preparar uma operação terrestre contra o Irã.</p><p>“Os Estados Unidos e Israel podem usar as negociações de paz para se preparar para uma operação terrestre contra o Irã, enquanto o Pentágono continua a construir o grupo de forças dos EUA na região”, declarou o Conselho russo, segundo a agência de notícias local Interfax.</p><p>Analistas em geopolítica consultados pela Agência Brasil indicam que o cessar-fogo entre Irã e EUA sugere uma pausa operacional para reposicionamento das forças americanas para uma nova ofensiva.</p><p>A agência iraniana Tasnim News informou que os negociadores do país consideram improvável um acordo que possa gerar resultados na próxima rodada de negociações mediadas pelo governo do Paquistão.</p><p>“Enquanto o mediador paquistanês está tentando organizar uma segunda rodada de negociações, o Irã afirmou que, sem completar as preliminares necessárias e chegar a um quadro adequado, tais negociações seriam improdutivas”, informou uma das agências semioficiais de Teerã.</p>]]></content:encoded>
<category>Internacional</category>
<dc:creator>Edivan Sant'Anna</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 13:44:00 -0300</pubDate>
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<title>Síndrome respiratória grave avança em bebês e crianças de até 2 anos</title>
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<description>Vírus sincicial respiratório (VSR) lidera internações por SRAG em pequenos, sendo causa frequente de bronquiolite.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Os registros de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) apresentaram um acréscimo em crianças com menos de 2 anos em quatro das cinco regiões brasileiras: Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.</p><p>Conforme o Boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (16), o aumento das hospitalizações devido ao vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal impulsionador dessa elevação de casos na faixa etária mencionada.</p><p>O levantamento abrange a Semana Epidemiológica 14 (SE 14), que compreende o período de 5 a 11 de abril. O boletim também indica que os casos graves de covid-19 seguem em declínio no país.</p><p>Tatiana Portella, pesquisadora do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz (Procc/Fiocruz), explicou que o VSR é um dos principais responsáveis por internações por SRAG em crianças pequenas, além de ser uma das causas primordiais de bronquiolite.</p><p>Por essa razão, ela enfatiza a importância da vacinação de gestantes a partir da 28ª semana de gestação contra o vírus, visando proteger os bebês nos primeiros meses de vida.</p><p>Diante do aumento das hospitalizações por influenza A em diversos estados, a pesquisadora ressalta que “também é fundamental que a população prioritária que ainda não se vacinou procure um posto de saúde o quanto antes para receber a dose anual da vacina”.</p><h2>Cenário nacional</h2><p>Os casos de SRAG mostram estabilidade nas tendências de curto e longo prazo em todo o Brasil. No âmbito estadual, o novo Boletim aponta que 14 unidades federativas mantêm a incidência de SRAG em patamares de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com indícios de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a Semana Epidemiológica 14.</p><p>Esses estados são Acre, Pará e Tocantins (Norte); Maranhão, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Sergipe e Bahia (Nordeste); Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás (Centro-Oeste); e Minas Gerais e Rio de Janeiro (Sudeste).</p><p>O quadro de crescimento relacionado ao vírus sincicial respiratório (VSR) foi observado em toda a região Centro-Oeste e Sudeste, além de Acre, Pará, Tocantins e Roraima (Norte) e Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia (Nordeste).</p><p>O boletim também revela que as ocorrências associadas à influenza A continuam em ascensão em grande parte da região centro-sul (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) e em alguns estados do Nordeste (Paraíba, Alagoas e Sergipe) e do Norte (Amapá, Acre e Rondônia).</p><p>Em contrapartida, os casos de SRAG ligados à influenza A permanecem em declínio nos estados do Maranhão, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco (Nordeste), além do Pará e do Rio de Janeiro.</p><p>Na maior parte do território nacional, o levantamento indica que os casos de SRAG associados ao rinovírus mostram sinais de interrupção de progressão ou queda, embora persistam em elevação no Pará e em Mato Grosso.</p><p>No que diz respeito às capitais, 14 registram incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento nas últimas seis semanas até a SE 14.</p><p>Estas capitais são: Rio Branco, Belém, Palmas, Cuiabá, Campo Grande, São Luís, Teresina, João Pessoa, Recife, Aracaju, Maceió, Belo Horizonte, Vitória e Rio de Janeiro.</p><h2>Incidência e mortalidade</h2><p>Nas últimas oito semanas epidemiológicas, a incidência e a mortalidade semanais médias mantêm um padrão característico de maior impacto nas faixas etárias extremas analisadas.</p><p>A incidência de SRAG é mais acentuada em crianças pequenas e está primordialmente ligada ao VSR e ao rinovírus. Já a mortalidade é mais elevada entre os idosos, com predominância da influenza A e covid-19.</p><p>No que se refere aos casos de SRAG por influenza A, a incidência tem afetado mais crianças de até 4 anos e idosos, enquanto a mortalidade continua a impactar mais a população com 65 anos ou mais.</p><p>Referente ao ano epidemiológico de 2026, já foram notificados 37.244 casos, dos quais 15.816 (42,5%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório; 14.723 (39,5%) foram negativos e pelo menos 3.990 (10,7%) aguardam resultado.</p><p>Entre os casos positivos do ano corrente, os pesquisadores do Boletim InfoGripe constataram que 41,1% foram de rinovírus; 25,5% de influenza A; 17,4% de VSR; 10,2% de Sars-CoV-2 (covid-19); e 1,7% de influenza B.</p><p>Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a proporção entre os casos positivos foi de 33% para rinovírus; 32,2% para influenza A; 26,3% para VSR; 5,5% para Sars-CoV-2 (covid-19); e 2,4% para influenza B.</p><p>Entre os óbitos registrados no mesmo período, a presença desses vírus entre os casos positivos foi de 40,8% para influenza A; 26,9% para rinovírus; 23,3% para Sars-CoV-2 (Covid-19); 5,3% para VSR; e 4,1% para influenza B.</p>]]></content:encoded>
<category>Saúde e Bem Estar</category>
<dc:creator>Edivan Sant'Anna</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 13:44:00 -0300</pubDate>
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<title>"Todos estamos pagando a conta", afirma bancário sobre caso BRB/Master</title>
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<description>Expansão do banco e convocação de novos concursados estão suspensas. Segundo sindicalista e servidor, o ânimo dos funcionários varia entre "muita indignação e apatia".</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em novembro de 2025, expôs um esquema de fraudes financeiras envolvendo os bancos BRB e Master. Essa operação afetou a confiança, o principal ativo da instituição pública do Distrito Federal, e suas consequências ainda impactam o dia a dia dos quase 5 mil funcionários do BRB.</p><p>"Estamos todos, sociedade e trabalhadores, arcando com os custos de uma decisão política para salvar o Master", declarou à Agência Brasil Daniel Oliveira, diretor do Sindicato dos Bancários do Distrito Federal e funcionário concursado do BRB desde 2008.</p><p>De acordo com Oliveira, o sindicato tem recebido relatos de um ambiente de trabalho mais tenso que o usual. Isso é particularmente sentido pelos funcionários convocados a prestar depoimento à Polícia Federal e a auditores sobre as negociações com a instituição do banqueiro Daniel Vorcaro, que está detido desde o início de março.</p><p>"São, principalmente, analistas de áreas que tiveram acesso às discussões com o Master e que podem possuir informações relevantes para as investigações", explicou o sindicalista.</p><p>Ele se refere às negociações que resultaram na aquisição de bilhões de reais em créditos do banco de Vorcaro e culminaram com o anúncio da intenção do BRB de adquirir parte do Master por R$ 2 bilhões. O Banco Central (BC) vetou a operação dois meses antes de determinar a liquidação extrajudicial do banco privado e da PF deflagrar a Operação Compliance Zero.</p><p>A tensão relatada por funcionários concursados, terceirizados e estagiários é um reflexo de uma crise institucional sem precedentes na história do banco, fundado em 1964.</p><p>Oliveira confirmou que, após a operação da PF, que resultou no afastamento do então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa (PHC), por suspeitas de envolvimento em irregularidades e fraudes financeiras, muitos clientes passaram a procurar as agências buscando informações sobre a solidez da instituição e os riscos para seus investimentos.</p><p>"Alguns chegam com a intenção de resgatar seu dinheiro. São os funcionários que têm a tarefa de convencer essas pessoas a manterem a confiança na instituição e suas aplicações", acrescentou o sindicalista.</p><p>Para ele, o principal problema é que, além de não terem respostas para todas as questões, os próprios trabalhadores estão apreensivos diante das incertezas.</p><p>"Nossos empregos também estão em risco. Somos cobrados a dar explicações sobre fatos que estão fora do nosso alcance. Quem atende ao público precisa acompanhar as notícias constantemente para transmitir informações que, em nossa opinião, são de responsabilidade do banco e do GDF", ponderou Oliveira.</p><p>Segundo o sindicalista, o sentimento entre parte dos empregados tem variado entre "muita indignação e apatia". Isso ocorre, em sua visão, porque alguns funcionários já haviam apontado indícios de irregularidades nas negociações com o Master antes mesmo de a PF torná-los públicos. Inclusive ao próprio ex-presidente, PHC, preso preventivamente na quarta fase da Operação Compliance Zero.</p><p>"O próprio sindicato, ao tomar conhecimento da primeira compra e venda de carteira [de créditos do Master, atualmente sob investigação], em novembro de 2024, denunciou a operação ao Banco Central e à Comissão de Valores Mobiliários, por considerar que se tratava de uma transação prejudicial ao BRB", assegurou.</p><h2>Informações cruciais</h2><p>A preocupação também afeta cerca de 3 mil aposentados do BRB cujos planos de saúde e de previdência complementar dependem da saúde financeira do banco. A Previdência BRB busca tranquilizá-los e aos demais clientes, garantindo possuir um patrimônio superior a R$ 4,39 bilhões, separado dos recursos de patrocinadores e instituidores, incluindo empresas do conglomerado BRB.</p><p>"São patrimônios completamente distintos [...] e a gestão dos recursos e a atuação da Previdência BRB são autônomas e independentes", garante a Previdência BRB em comunicado em destaque em seu site.</p><p>Com mais de 60 anos de trajetória, o BRB também utiliza o volume de recursos sob sua gestão, mais de R$ 80 bilhões em ativos de mais de 10 milhões de clientes, para indicar que tem capacidade de absorver eventuais perdas com aportes de curto prazo.</p><p>"A questão é que as incertezas e a demora na resolução podem assustar os investidores e o mercado mais do que o impacto da perda, ameaçando este patrimônio", refletiu Oliveira. Ele criticou a falta de informações, que, entre outros fatores, levou a agência de classificação Moody's a rebaixar a nota do BRB.</p><p>O rebaixamento foi influenciado pela falta de clareza sobre o impacto real da aquisição de ativos do Master e pela ausência de um plano de recuperação definido. Segundo a Moody's, o banco necessitará de uma "injeção relevante de capital" para evitar dificuldades em cumprir suas obrigações.</p><p>Institucionalmente, o BRB tem se comunicado principalmente por meio de Avisos aos Acionistas, Comunicados ao Mercado e Fatos Relevantes. Dirigentes e outros funcionários foram instruídos a evitar contato com a imprensa sobre a situação. No entanto, no ambiente digital, o banco lançou uma campanha assegurando que permanece "firme e forte", como uma "instituição sólida, estável e em pleno funcionamento".</p><p>Na semana passada, o novo presidente da instituição, Nelson de Souza, que substituiu PHC, decepcionou os membros da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Distrito Federal, que o aguardavam para discutir o assunto. Souza justificou sua ausência alegando a necessidade de evitar manifestações públicas até a conclusão das auditorias contratadas pelo banco para apurar o prejuízo com a compra de créditos do Master e a análise do balanço contábil consolidado de 2025 pelos acionistas.</p><p>A ausência de Souza na reunião da CCJ gerou irritação nos deputados distritais, que aprovaram sua convocação, tornando obrigatório seu comparecimento para depor em data a ser definida.</p><p>"O não comparecimento, especialmente diante da gravidade dos fatos, não é apenas um desrespeito a esta comissão. É, sobretudo, um desrespeito ao cidadão do DF, que tem o direito de saber o que está acontecendo com o BRB", declarou o presidente da comissão, Thiago Manzoni (PL). "Queremos saber qual é a real situação do BRB. É isso que as pessoas estão perguntando nas ruas", acrescentou o deputado distrital Fábio Felix (PSOL).</p><p>Para Daniel Oliveira, do Sindicato dos Bancários, a exposição negativa na mídia fomenta o discurso pró-privatização, o que poderia levar à venda de ativos do banco para grandes instituições financeiras por valores inferiores ao de mercado.</p><p>"Dezenas de reportagens estão sendo publicadas sobre o BRB diariamente. Isso alimenta a narrativa de quem propõe uma 'solução de mercado' que, sabemos, resultaria na privatização do banco. Algo que, possivelmente, interessaria aos grandes bancos, que poderiam adquirir os ativos do BRB por menos do que valem. Correm o risco de assumir de graça todas as contas de governos e de pessoas jurídicas que o banco detém".</p><h2>Expansão interrompida</h2><p>Segundo Oliveira, com a crise instalada, projetos estratégicos como a expansão do banco para outras unidades da federação foram paralisados. Isso frustrou não apenas os funcionários que consideravam a transferência para outras cidades, mas também os cerca de 400 aprovados no concurso de 2022, cuja convocação agora depende da resolução da crise.</p><p>O projeto de expansão do banco é uma das marcas da gestão de PHC. Visando o crescimento, o BRB passou a gerenciar a folha de pagamentos de servidores públicos em diversas cidades, incluindo capitais como João Pessoa (PB). Com o aval de seu principal acionista, o GDF, abriu agências na Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, além de estabelecer correspondentes bancários em outros estados.</p><p>A expansão foi acompanhada por maiores investimentos em marketing, como o patrocínio de eventos esportivos e uma parceria com o Flamengo, que resultou na criação do Nação BRB Fla, um banco digital com quase 4 milhões de clientes. Contudo, o projeto de expansão perdeu força antes mesmo que a intenção do BRB de comprar o Master se tornasse pública, em março de 2025. Com a operação da PF, em novembro, foi interrompido por tempo indeterminado.</p><p>Na última segunda-feira (13), a governadora Celina Leão – que assumiu o cargo após Ibaneis Rocha deixar a função em março deste ano para disputar uma vaga no Senado – admitiu que a diretoria do BRB avalia a possibilidade de fechar agências em outras unidades da federação.</p><p>De acordo com ela, a decisão caberá à diretoria da instituição. No entanto, independentemente da decisão, a governadora afirmou que "o banco voltará à sua vocação, que é ser um banco regional e atender às pessoas" no DF, priorizando a oferta de crédito regional.</p><p>Celina já havia declarado que o banco público não irá à falência. "O BRB tem total capacidade de cumprir o que foi acordado com o BC [Banco Central] e viemos apresentar o passo a passo do que tem sido feito", comentou ela após se reunir com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, em São Paulo, na semana passada.</p><p>Na ocasião, garantiu que uma "solução" para a crise do banco seria apresentada e implementada em até 30 dias. O prazo foi criticado pelo diretor do Sindicato dos Bancários.</p><p>"Quem é do ramo sabe que as dificuldades aumentarão dia a dia se não houver um aporte [financeiro] imediato; se não houver uma solução eficaz e rápida", disse Oliveira. "A capitalização do BRB é essencial. Como realizá-la é uma decisão política", acrescentou.</p><p>O sindicalista defendeu que cabe ao GDF fornecer os meios para o BRB recuperar sua credibilidade, mantendo o controle público distrital sobre a instituição, que fomenta a economia local e executa políticas públicas, como os programas Cartão Gás, Creche e Material Escolar e o Sistema de Bilhetagem Automática (BRB Mobilidade), utilizado em ônibus e no Metrô do Distrito Federal.</p><h2>Desconfiança generalizada</h2><p>Para o economista e professor da Universidade de Brasília (UnB) César Bergo, o fato de o BRB ainda não ter divulgado o balanço de 2025 e outros documentos contábeis agrava a crise de confiança no banco, além de sujeitar a instituição ao pagamento de multas diárias impostas pelo Banco Central (BC) e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que ultrapassam R$ 50 mil.</p><p>"A falta de transparência, que é crucial neste setor, gera insegurança entre correntistas e investidores", comentou Bergo, sustentando que a situação afeta todo o sistema financeiro.</p><p>"Ninguém deseja que o BRB quebre, mas é preciso exigir transparência, pois a complacência pode prejudicar todo o sistema financeiro", explicou o economista. Ele defendeu ações mais firmes por parte do Banco Central e da CVM.</p><p>"Não é aceitável que um banco, neste momento, ainda não tenha apresentado o balanço do ano anterior. Sob nenhuma justificativa", acrescentou Bergo, criticando a demora na realização de assembleias gerais para análise das contas da companhia de 2025 e eleição dos novos membros dos conselhos, agendada para o próximo dia 30.</p><p>"O BRB foi alvo de um golpe que mergulhou o banco em uma crise não apenas financeira, mas, principalmente, de reputação. E nem os nomes dos dirigentes que se pronunciam em nome do banco foram aprovados pela assembleia? A crise é de confiança e [fontes do GDF] divulgam à imprensa números que não batem, contas que não fecham, de uma maneira que nenhum acionista, economista ou contador compreende?", questionou o economista.</p><h2>Possíveis soluções para a crise</h2><p>Para Bergo, existem, em tese, quatro "saídas" para conter a crise do BRB. "A meu ver, a principal delas é os sócios injetarem mais recursos financeiros na instituição, capitalizando-a. E, neste caso, estamos falando de recursos públicos e, principalmente, do GDF".</p><p>Uma alternativa à capitalização com fundos públicos seria o próprio BRB obter empréstimos do FGC [Fundo Garantidor de Créditos] ou de outros bancos, o que lhe daria fôlego para fortalecer seu capital, mas com o ônus de juros elevados. Outra opção seria a intervenção do governo federal e a federalização do banco distrital, que seria incorporado por um banco público federal (Banco do Brasil ou Caixa), como ocorreu com o Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) em 2008. E, por fim, a privatização.</p><p>"A federalização eu não acredito que o Palácio do Planalto deseje, pois implicaria transferir para a esfera federal um problema que é do GDF. De qualquer forma, seja qual for a solução, duas coisas são certas: uma é que salvar o BRB é preferível a deixá-lo falir. Outra é que qualquer que seja a decisão, ela deve ser anunciada rapidamente", concluiu Bergo.</p><p>A Agência Brasil contatou o BRB, por meio de sua assessoria, para obter comentários e mais informações, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria. A reportagem também não conseguiu contato com a defesa de PHC.</p><p>Em nota, a governadora Celina Leão comentou a prisão preventiva do ex-presidente do BRB ocorrida na manhã desta quinta-feira. "Os fatos envolvendo Paulo Henrique Costa estão sob análise do Poder Judiciário, a quem compete a devida apuração e o julgamento", afirmou Celina, acrescentando que, "desde o primeiro momento, todas as providências cabíveis foram adotadas, com total colaboração junto às autoridades competentes".</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Edivan Sant'Anna</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 13:44:00 -0300</pubDate>
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<title>Lula viaja para Europa com foco em parcerias e temas globais</title>
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<description>Presidente busca fortalecer laços, atrair investimentos e discutir democracia, multilateralismo e combate às desigualdades.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta quinta-feira (16) sua jornada por três nações europeias, com a cidade espanhola de Barcelona como primeiro destino. A viagem abrange Espanha, Alemanha e Portugal.</p>

<p>Em suas redes sociais, Lula destacou que o propósito da visita é estreitar parcerias, captar investimentos e debater questões globais prementes, como a salvaguarda da democracia, a promoção do multilateralismo e o enfrentamento às disparidades sociais.</p>

<p>Outro objetivo da excursão é angariar apoio para a candidatura de Michelle Bachelet ao posto de Secretária-Geral das Nações Unidas (ONU). A viagem ocorre em um momento estratégico para as relações com a União Europeia, antecedendo a entrada em vigor provisória do acordo Mercosul-União Europeia, prevista para 1º de maio.</p>

<p>A agenda oficial inclui encontros diplomáticos de alto escalão, participação em debates multilaterais, reuniões com empresários e a formalização de acordos estratégicos.</p>

<p>Nesta sexta-feira (17), o presidente Lula participará da primeira Cúpula Brasil-Espanha, onde será recebido pelo chefe de governo espanhol, Pedro Sánchez. O governo brasileiro almeja que, durante o encontro, as afinidades entre os dois países sejam aprofundadas em áreas como multilateralismo, direito internacional e a resolução pacífica de conflitos.</p>

<p>Estão previstos ainda a assinatura de documentos e pactos em setores como igualdade de gênero, economia social solidária, saúde, cultura, fomento ao empreendedorismo, serviços aéreos, telecomunicações, ciência e tecnologia.</p>

<p>A quarta reunião do Fórum de Defesa da Democracia, iniciado em 2024, acontecerá no sábado (18). O encontro terá como pauta questões relativas ao multilateralismo, incluindo a sucessão na liderança da ONU; as desigualdades, com o Brasil buscando incluir na declaração final pontos sobre violência política e digital de gênero; e o combate à desinformação.</p>

<p>Em seguida, no domingo (19), Lula seguirá para a Alemanha, onde marcará presença na Hannover Messe, a maior feira de inovação e tecnologia industrial do mundo, que este ano tem o Brasil como país homenageado.</p>

<p>No final de fevereiro, a Agência Brasil cobriu um evento na Alemanha com jornalistas e organizadores da Hannover Messe. Na ocasião, além de conhecer inovações, como um robô culinarista, foram discutidas a aproximação do Brasil com nações europeias visando o desenvolvimento da cadeia de exploração e produção de minerais críticos, essenciais para a transição energética.</p>

<p>Ainda na Alemanha, o presidente brasileiro se reunirá com o chanceler Friedrich Merz. A expectativa da diplomacia brasileira é a assinatura de cerca de 10 acordos bilaterais, abrangendo temas como defesa, alterações climáticas, infraestrutura, inteligência artificial, inovações energéticas, bioeconomia, desenvolvimento sustentável, criação de aplicativos e pesquisas nas áreas oceânica e do bioma Cerrado.</p>

<p>No dia 20, a agenda na Alemanha inclui a inauguração do estande brasileiro na Hannover Messe e uma visita guiada pelos pavilhões. Lula também participará de um fórum empresarial.</p>

<p>A viagem se encerra no dia 21 com uma visita oficial a Portugal. Em Lisboa, o presidente encontrará o primeiro-ministro Luís Montenegro e o presidente António José Seguro. As conversas abordarão a agenda bilateral, incluindo cooperação aeronáutica, ciência, tecnologia e inovação, além de questões sobre imigração, combate à xenofobia, a comunidade brasileira em Portugal e a paz e segurança internacionais.</p>

<p>A comitiva presidencial será composta por 15 ministros, além de representantes de instituições como o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Fundação Oswaldo Cruz e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).</p>]]></content:encoded>
<category>Esportes</category>
<dc:creator>Edivan Sant'Anna</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 12:44:00 -0300</pubDate>
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<title>Papa Leão XIV condena líderes que devastam o mundo com guerras</title>
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<description>Em visita a Camarões, pontífice critica gastos bélicos e o uso da religião para justificar conflitos, após ataques de Donald Trump.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Durante uma visita a Camarões nesta quinta-feira (16), o papa Leão XIV fez um forte pronunciamento contra líderes que despenderiam quantias bilionárias em conflitos armados, declarando que o planeta está "sendo devastado por alguns tiranos". A declaração surgiu em resposta a novas críticas do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, feitas através das redes sociais.</p><p>O pontífice, o primeiro americano a liderar a Igreja Católica, também repudiou líderes que empregam retórica religiosa para legitimar guerras, clamando por uma "mudança decisiva de rumo". Sua fala ocorreu durante um encontro na principal cidade das regiões de expressão inglesa em Camarões, área marcada por um conflito latente que, há quase uma década, resultou em milhares de mortes.</p><p>"Os mestres da guerra fingem ignorar que a destruição pode ocorrer em um instante, mas a reconstrução muitas vezes exige uma vida inteira", pontuou o líder religioso. "Eles fecham os olhos para o fato de que bilhões de dólares são direcionados para a morte e a devastação, enquanto os recursos essenciais para a cura, a educação e a restauração não são encontrados em lugar algum."</p><p>As críticas de Trump ao papa Leão, iniciadas na véspera de uma importante turnê de quatro países africanos e reiteradas na terça-feira (14), causaram surpresa na África, continente que abriga mais de um quinto dos católicos globais. Leão XIV, que manteve uma postura discreta em grande parte de seu primeiro ano como chefe da Igreja com 1,4 bilhão de fiéis, tem se posicionado como um crítico aberto da guerra iniciada por ataques israelenses e americanos contra o Irã.</p><p>O papa condenou veementemente os líderes que utilizam temas religiosos como justificativa para a guerra. "Ai daqueles que manipulam a religião e o próprio nome de Deus para benefício militar, econômico e político próprio, arrastando o sagrado para a escuridão e a sujeira", declarou. "É um mundo invertido, uma exploração da criação divina que deve ser denunciada e rejeitada por toda consciência honesta."</p><p>Comentários semelhantes foram feitos pelo papa no mês passado, quando afirmou que Deus rejeita as orações de líderes com "mãos sujas de sangue", em declarações amplamente interpretadas como uma referência ao secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, que invocou linguagem cristã para justificar a guerra no Irã.</p><p>Trump começou a atacar Leão no domingo (12), classificando o papa como "fraco em relação ao crime e péssimo em política externa" em uma publicação no Truth Social. O presidente americano voltou a criticá-lo nas redes sociais na terça e na quarta-feira. Trump compartilhou uma imagem de Jesus abraçando-o, após uma postagem anterior que o retratava como uma figura semelhante a Jesus ter gerado críticas generalizadas.</p>]]></content:encoded>
<category>Internacional</category>
<dc:creator>Edivan Sant'Anna</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 11:44:00 -0300</pubDate>
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<title>Câmara dos Deputados autoriza mais verbas para entidades de trânsito; acompanhe os desdobramentos</title>
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<description>Projetos de lei aprovados agora dependem da sanção do presidente</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Plenário da Câmara dos Deputados deu aval a emendas apresentadas pelo Senado a duas propostas legislativas.</p><p>A primeira, o PL 2234/23, originada pelo ex-deputado e agora senador Efraim Filho (União-PB), modifica regras do Fundo Nacional de Segurança Pública, possibilitando a aplicação de verbas na atualização e modernização de órgãos de trânsito. O texto agora será encaminhado para a sanção do presidente. A segunda, PL 2199/22, proposta pelo deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), estabelece o uso obrigatório do símbolo internacional de acessibilidade da Organização das Nações Unidas (ONU). A redação final desta proposta ainda será definida.</p><p>Neste momento, os parlamentares estão avaliando emendas do Senado ao PL 5391/20, de autoria do deputado Capitão Augusto (PL-SP) e outros colegas. A proposta determina que a pena para quem for condenado por homicídio ou tentativa de homicídio contra um policial seja cumprida em regime disciplinar diferenciado em presídio federal.</p><a href="https://www.camara.leg.br/plenario">Assista à sessão ao vivo</a><p>Mais detalhes serão divulgados em breve.</p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Edivan Sant'Anna</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 11:44:00 -0300</pubDate>
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<title>Aumento de casos de vírus sincicial respiratório gera preocupação; saiba mais</title>
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<description>Pesquisa da Fiocruz indica que, entre março e abril, o rinovírus foi detectado em 40,8% dos casos positivos, seguido pela Influenza A (30,7%) e pelo vírus sincicial respiratório (19,9%).</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Um boletim divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) neste mês aponta um cenário de alerta, com risco elevado para casos graves de síndromes gripais em 18 estados brasileiros e no Distrito Federal. Desses locais, ao menos 13 unidades federativas mostram uma tendência de crescimento nas notificações nas próximas semanas.</p>
<p>Os dados coletados entre 29 de março e 4 de abril revelam que a prevalência entre os casos positivos foi de 40,8% para rinovírus, o agente causador da maioria dos resfriados comuns. Em seguida, apareceu a Influenza A com 30,7%, e o vírus sincicial respiratório (VSR) com 19,9%. O VSR é conhecido por provocar infecções nas vias respiratórias e nos pulmões, afetando especialmente recém-nascidos, mas também sendo motivo de preocupação para idosos.</p>
<p>Conforme informações do Ministério da Saúde, o vírus sincicial respiratório é um patógeno comum que causa infecções em indivíduos de todas as faixas etárias, com maior gravidade observada em bebês, idosos e pessoas com o sistema imunológico comprometido.</p>
<p>Tanto no Brasil quanto em outras nações, a circulação deste vírus intensifica-se em certos períodos do ano, podendo manifestar-se desde sintomas brandos até quadros respiratórios severos que demandam hospitalização, como a síndrome respiratória aguda grave (SRAG).</p>
<p>“O VSR é um vírus altamente contagioso que afeta o trato respiratório. Ele é uma das principais causas de bronquiolite viral aguda em crianças com menos de 2 anos e pode ser responsável por um número significativo de internações”, alertou o ministério.</p>
<p>No início desta semana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a expansão do uso da vacina Arexvy, desenvolvida pela Glaxosmithkline Brasil Ltda, para adultos a partir dos 18 anos. Este imunizante, disponível na rede privada, tem como objetivo prevenir a doença do trato respiratório inferior causada pelo vírus.</p>
<p>A Arexvy, registrada em 2023, foi a primeira vacina contra essa doença aprovada no país, embora seu registro inicial fosse restrito a adultos com 60 anos ou mais.</p>
<p>“O vírus sincicial respiratório é um agente etiológico importante de infecções respiratórias ao longo da vida, podendo levar a doenças do trato respiratório inferior, com impacto clínico relevante em adultos, especialmente aqueles com comorbidades. Além disso, representa um risco aumentado de hospitalização e complicações respiratórias em faixas etárias mais avançadas”, avaliou a Anvisa.</p>
<p>“A ampliação da indicação para adultos a partir de 18 anos foi embasada por estudos clínicos adicionais de imunogenicidade comparativa, que demonstraram uma resposta imune não inferior em adultos mais jovens em comparação à população com mais de 60 anos”, acrescentou a agência.</p>
<h2>Transmissão</h2>
<p>A disseminação do vírus sincicial respiratório ocorre predominantemente através de gotículas respiratórias e pelo contato direto com secreções de indivíduos infectados. Isso pode acontecer, por exemplo, ao tocar em superfícies ou objetos contaminados e, subsequentemente, levar as mãos aos olhos, nariz ou boca. A transmissão pode ocorrer:</p>
<p>- Quando uma pessoa infectada tosse, espirra ou fala;</p>
<p>- Por meio de contato próximo com pessoas contaminadas;</p>
<p>- Pelo toque em mãos ou superfícies que estejam com o vírus.</p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>Os sintomas associados ao vírus sincicial respiratório geralmente se assemelham aos de um resfriado comum, mas podem evoluir para quadros respiratórios graves em indivíduos de maior risco, especialmente em crianças com menos de 2 anos. Os sinais e sintomas mais frequentes incluem:</p>
<p>- Coriza (nariz escorrendo);</p>
<p>- Tosse;</p>
<p>- Espirros;</p>
<p>- Febre;</p>
<p>- Congestão nasal;</p>
<p>- Chiado no peito.</p>
<p>Em casos mais severos, os sintomas podem incluir:</p>
<p>- Respiração acelerada ou com dificuldade;</p>
<p>- Perda de apetite ou dificuldade para se alimentar;</p>
<p>- Cianose (coloração arroxeada ou azulada na pele, lábios ou extremidades dos dedos);</p>
<p>- Alterações no estado mental, como irritabilidade ou sonolência.</p>
<p>“Em bebês, o VSR pode desencadear bronquiolite viral aguda, uma inflamação dos bronquíolos, que são as pequenas vias aéreas dos pulmões”, ressaltou o ministério.</p>
<h2>Grupos com maior risco</h2>
<p>Determinados grupos, de acordo com o Ministério da Saúde, possuem maior probabilidade de desenvolver formas graves da infecção pelo vírus sincicial respiratório. Estes incluem:</p>
<p>- Crianças com menos de 2 anos, com atenção especial para as menores de 6 meses;</p>
<p>- Bebês prematuros;</p>
<p>- Crianças com doenças cardíacas ou pulmonares crônicas;</p>
<p>- Crianças com condições neurológicas, síndrome de Down ou anomalias nas vias aéreas;</p>
<p>- Idosos;</p>
<p>- Pessoas com condições que afetam o sistema imunológico.</p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>Na maioria das situações, o diagnóstico do vírus sincicial respiratório é realizado clinicamente, com base na avaliação da história médica e dos sinais e sintomas apresentados pelo paciente.</p>
<p>Em alguns cenários, como em pacientes hospitalizados com quadros mais graves, podem ser efetuados exames para identificar o vírus em amostras respiratórias, utilizando métodos de biologia molecular, como o RT-PCR em tempo real.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>O Ministério da Saúde enfatiza que não existe um medicamento específico para tratar o vírus sincicial respiratório. O manejo clínico é de suporte e varia conforme a gravidade do quadro.</p>
<p>O tratamento pode abranger:</p>
<p>- Ingestão adequada de líquidos;</p>
<p>- Controle da febre;</p>
<p>- Higienização nasal;</p>
<p>- Em casos mais graves, internação hospitalar com fornecimento de oxigênio suplementar.</p>
<h2>Prevenção</h2>
<p>A pasta destaca que medidas simples são eficazes na prevenção da infecção e da propagação do vírus sincicial respiratório. Entre elas estão:</p>
<p>- Lavagem frequente das mãos com água e sabão;</p>
<p>- Evitar contato próximo com indivíduos que apresentem sintomas de gripe ou resfriado;</p>
<p>- Limpeza e desinfecção de objetos e superfícies de uso comum;</p>
<p>- Evitar aglomerações, especialmente para bebês e idosos;</p>
<p>- Manter os ambientes bem ventilados.</p>
<p>“Para proteger bebês, é fundamental manter a vacinação e as consultas de rotina atualizadas, incentivar o aleitamento materno sempre que possível e evitar a exposição à fumaça de cigarro.”</p>
<h2>Vacinação em gestantes</h2>
<p>O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece a vacina contra o VSR para gestantes, com o propósito de proteger o bebê nos primeiros meses de vida. O imunizante é administrado em dose única, a partir da 28ª semana de gestação.</p>
<p>Após a vacinação, a gestante desenvolve anticorpos que são transmitidos ao feto pela placenta, conferindo proteção passiva ao recém-nascido. Essa estratégia, segundo o Ministério da Saúde, diminui o risco de formas graves da doença e de internações hospitalares por VSR nos primeiros seis meses de vida do bebê.</p>
<h2>Imunização de bebês</h2>
<p>Bebês, particularmente os prematuros e aqueles com comorbidades, podem receber no SUS anticorpos prontos contra o vírus sincicial respiratório, conhecidos como anticorpos monoclonais. Estes auxiliam na proteção contra as formas graves da infecção.</p>
<p>O palivizumabe é administrado por injeção, uma vez ao mês, durante o período de maior circulação do vírus, seguindo as diretrizes estabelecidas pelo ministério. Atualmente, o palivizumabe está em processo de substituição pelo nirsevimabe, um novo medicamento.</p>
<p>O nirsevimabe foi desenvolvido para oferecer proteção aos bebês contra o VSR por um período estendido, necessitando de apenas uma dose para garantir a proteção durante toda a temporada de maior circulação viral. Sua principal vantagem é a duração prolongada da proteção, eliminando a necessidade de múltiplas aplicações.</p>
<p>“No SUS, o nirsevimabe será disponibilizado para bebês prematuros e crianças com certas condições de saúde específicas, que apresentam maior risco de desenvolver quadros graves da doença causada pelo VSR, nascidos a partir de fevereiro de 2026”, informou a pasta.</p>]]></content:encoded>
<category>Saúde e Bem Estar</category>
<dc:creator>Edivan Sant'Anna</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 10:44:00 -0300</pubDate>
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<title>BC determina liquidação extrajudicial da Creditag</title>
<link>https://www.sergipenewsoficial.com/noticia/bc-determina-liquidacao-extrajudicial-da-creditag</link>
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<description>A medida do Banco Central visa proteger os credores quirografários da Creditag, que, sem garantias reais, estavam expostos a um risco elevado.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (16), o Banco Central (BC) anunciou a liquidação extrajudicial da Cooperativa de Crédito, Poupança e Serviços Financeiros - Creditag. A decisão foi tomada devido ao sério comprometimento da saúde econômico-financeira da entidade.</p>
<p>Segundo o BC, essa conjuntura expôs os credores quirografários da Creditag a um “risco anormal”. Vale ressaltar que credores quirografários são aqueles cujas dívidas não possuem garantia real, dependendo de instrumentos contratuais básicos como notas promissórias, cheques sem lastro ou contratos de serviços.</p>
<p>A Creditag é uma cooperativa de crédito autônoma de pequeno porte que, conforme dados do BC de dezembro de 2025, representava uma parcela ínfima, cerca de 0,0000226%, do ativo total do Sistema Financeiro Nacional (SFN).</p>
<p>Para contextualizar, as quatro maiores instituições financeiras do Brasil detêm, juntas, 54,7% dos ativos totais do SFN. O relatório de Estabilidade Financeira do BC, de abril de 2025, aponta a Caixa em primeiro lugar (15,1%), seguida por Banco do Brasil (14,9%), Itaú (13,6%) e Bradesco (11,1%).</p>
<p>A liquidação extrajudicial constitui um regime de intervenção específico, imposto pelo Banco Central para remover de maneira ordenada instituições financeiras que se tornaram inviáveis do SFN. Esse procedimento dispensa a intervenção judicial direta e tem como objetivo salvaguardar depositantes e credores em situações de insolvência severa, gestão inadequada ou ocorrência de fraudes.</p>
<p>Em conformidade com a legislação vigente, a decretação da liquidação implica na indisponibilidade dos bens dos antigos administradores da cooperativa.</p>
<p>O Banco Central reiterou que prosseguirá com todas as ações necessárias, dentro de sua esfera de atuação, para investigar as responsabilidades pela crise da Creditag. Tal apuração pode resultar na aplicação de penalidades administrativas e na comunicação aos órgãos competentes, conforme a necessidade.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Edivan Sant'Anna</dc:creator>
<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 10:44:00 -0300</pubDate>
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